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VISUAL ARTV - Fernando Martins e Dalilla Leon apresentam “A Máquina da Amnésia”, no ‘Condô’

Fernando Martins e Dalilla Leon apresentam “A Máquina da Amnésia”, no ‘Condô’



Foto Silvia Machado
Na terça, dia 19 de fevereiro, o bailarino e diretor da Plataforma Shop Sui, Fernando Martins, faz ensaio aberto de “A Máquina da Amnésia”, com Dalilla Leon, no Condomínio Cultural (Condô, como é chamado), um antigo prédio localizado na Vila Anglo Brasileira, espaço que recebe artistas com foco em criação e experimentação. A dramaturgia poética e cênica de “A Máquina da Amnésia” se inspira nos instantes de distanciamento de nosso estado consciente ao executarmos uma ação rotineira. Os artistas compartilham momentos de esquecimento, suspensão e interrupção vindos à tona durante o processo de criação, a partir do mergulho da pesquisa de linguagem em dança Brain Diving.  “A máquina que chega é pesada, estacionada na sala vazia de nossas mentes. A consciência é líquida e escorre depressa; é o cabo que liga e desliga, ou você entra ou fica de fora. Entrar na máquina faz parte de entender seu sistem…

VISUAL ARTV - Em fevereiro, “Terça Aberta no Kasulo”



 Em fevereiro, “Terça Aberta no Kasulo” acontece
em duas semanas, com quatro solos

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                                                                            “Dentro” – foto Vanessa Moraes
          
Solos de duas bailarinas-criadoras ocupam a primeira “Terça Aberta no Kasulo” do ano, no próximo dia 7 de fevereiro, às 20h: Maria Basulto, intérprete de "Devolve 2 horas da minha vida", espetáculo dirigido por Alex Soares, que ganhou o APCA/2016 (Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte), mostra "Dentro", trabalho que desenvolve em residência no Centro de Referência de Dança (CRDSP); e Rúbia Braga apresenta “Zona provisória”, cujo processo de pesquisa teve início junto ao Núcleo Artístico Vera Sala.
"Dentro" consiste na exposição do corpo-ansioso, movido por impulsos internos entregues a memórias e sensações irrequietas experienciadas. O corpo extrapola a compreensão do que é movimento e a voz se faz presente, do início ao fim, na tentativa de contar o percurso do ciclo de uma crise qualquer. Maria Basulto conta com os músicos Pedro Destro e Thomaz Souza na composição da trilha original, e com a colaboração artística de Aline Brasil.
Levado na sequência, “Zona provisória” se dá a partir da percepção de impermanência do corpo em constante estado de passagem. O trabalho trata do que Rúbia Braga chama de “corpo impossível”, que, no exato instante em que é, deixa de ser, que habita o presente do passado – o infactível tempo presente -, cujo próximo passo, carregando apenas fissuras e silêncios gravados nos ossos, é sempre o abismo.
Depois das apresentações, que não devem durar mais de 60 minutos no total, começa a roda de conversa, acompanhada de comes e bebes, sem hora marcada para terminar. A “Terça Aberta no Kasulo” tem entrada gratuita.
Próxima semana
Excepcionalmente em fevereiro, o encontro para partilha, debate e difusão de trabalhos de dança e teatro, que se propõe mensal, acontece em duas semanas consecutivas. No dia 14, a “Terça Aberta” apresenta criações de dois bailarinos: “Dogmado”, de Vinícius Francês, diretor da Cia Com-tato; e “Mimo”, do bailarino, coreógrafo e cineasta José Artur Campos, desenvolvida e apresentada na cidade do Porto, em Portugal.
“Dogmado”, neologismo para a mistura do substantivo dogma e do adjetivo domado, é um estudo coreo-performático, que surge do encontro entre espaço, luz e um trabalho físico de contenções e ímpetos, em ambientes limitados pela composição do público. Trata de solidão, do não-saber-onde e de silêncios que se fazem preces. Em “Dogmado”, Vinícius Francês conta com a colaboração artística de Ivan Bernadelli, diretor da Dual Cena Contemporânea, e da vídeoartista Juliana Merengue.
A partir da história de um personagem que nasceu dentro de um container num porto, desenvolvendo o movimento e a noção de vida entre ferragens, gaivotas e barcos, e um posterior incontrolável desejo de deslocamento, “Mimo” questiona as cidades e seus espaços livres, e expande esta reflexão para o possível nascimento  de novas formas de relacionamentos intrapessoais e diferentes percepções de afeto, num mundo regulado pelo isolamento. José Artur Campos divide a dramaturgia com Clayton Santos Guimarães; Diogo Campo Grande responde pelo desenho de som, e Gisa Évora assina o figurino e o desenho de make-up.
“Terça Aberta no Kasulo” integra o projeto “Atravessamentos”, proposta da Cia Fragmento de Dança contemplada pelo Programa de Fomento à Dança. A entrada é gratuita.
Imagens
Dogmado-Vinicius Francês-foto Jorge Etecheber

Mimo-José Artur Ramos-Foto Rui Pinheiro

Zona provisória-Rúbia Braga

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Serviço: “Terça Aberta no Kasulo”, proposta da Cia Fragmento de Dança, dirigida por Vanessa Macedo.
Dia 7/2, terça-feira, às 20h
“Dentro”, de Maria Basulto;. “Zona provisória”, de Rúbia Braga
Dia 14/2, terça-feira, às 20h
“Dogmado”, de Vinícius Francês; “Mimo”, de José Artur Campos
Kasulo - Espaço de Cultura e Arte 
(Rua Souza Lima, 300, Barra Funda, Metrô Marechal Deodoro - Linha Vermelha –
Tel: 11 3666 7238).
Capacidade: 40 lugares
Ingressos: Grátis (retirada a partir das 19h; reservas pelo e-mail 
ingressociafragmento@gmail.com , com retirada até 19h40)

Informações complementares:
Elaine Calux – assessoria de imprensa
11 33689940 | 964655686

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