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VISUAL ARTV - Fernando Martins e Dalilla Leon apresentam “A Máquina da Amnésia”, no ‘Condô’

Fernando Martins e Dalilla Leon apresentam “A Máquina da Amnésia”, no ‘Condô’



Foto Silvia Machado
Na terça, dia 19 de fevereiro, o bailarino e diretor da Plataforma Shop Sui, Fernando Martins, faz ensaio aberto de “A Máquina da Amnésia”, com Dalilla Leon, no Condomínio Cultural (Condô, como é chamado), um antigo prédio localizado na Vila Anglo Brasileira, espaço que recebe artistas com foco em criação e experimentação. A dramaturgia poética e cênica de “A Máquina da Amnésia” se inspira nos instantes de distanciamento de nosso estado consciente ao executarmos uma ação rotineira. Os artistas compartilham momentos de esquecimento, suspensão e interrupção vindos à tona durante o processo de criação, a partir do mergulho da pesquisa de linguagem em dança Brain Diving.  “A máquina que chega é pesada, estacionada na sala vazia de nossas mentes. A consciência é líquida e escorre depressa; é o cabo que liga e desliga, ou você entra ou fica de fora. Entrar na máquina faz parte de entender seu sistem…

VISUAL ARTV - EDUARDO SRUR

Duas esculturas nascem juntas nas margens de um rio contaminado e agora lutam pela sobrevivência separadas por milhares de quilômetros de distância em paisagens transformadas pelo homem. 
É impensável uma onça nos Alpes Suíços ou dentro de um parque urbano. Mas também a realidade é inacreditável: o maior símbolo da vida selvagem brasileira está desaparecendo. Hoje existem menos de 200 indivíduos na Mata Atlântica. 
O ato de dividir e expor a obra simultaneamente em duas regiões do planeta expande a percepção da arte no espaço público e cria uma metáfora sobre a crise migratória em curso sem precedentes na história e sobre o risco eminente da extinção das espécies no mundo. 
Uma das onças participa da mostra internacional Acqua, no espaço público da cidade de Genebra, na Suíça, por ocasião do Dia Mundial da Água e fica até dia 31/05. A exposição é organizada pela Art For The World, com curadoria de Adelina Von Furstenberg, vencedora do Leão de Ouro na Bienal de Veneza de 2015. 
A outra escultura foi instalada dentro do principal parque da cidade de São Paulo - o parque Ibirapuera. A onça está em frente ao pavilhão da Bienal até este domingo (dia 9/4) e tem o apoio da Secretaria do Verde e Meio Ambiente (SVMA).
Duas esculturas nascem juntos nas margens de um rio contaminado e agora lutam para sobreviver separados por milhares de milhas em paisagens artificiais.
É impensável um jaguar nos Alpes suíços ou dentro de um parque urbano. Mas também a realidade é inacreditável: o maior símbolo da fauna silvestre brasileira está desaparecendo. Hoje há menos de 200 indivíduos na Mata Atlântica.
O ato de se dividir e expor este trabalho simultaneamente em duas regiões do planeta expande a percepção da arte no espaço público, criando também uma metáfora para a crise migratória sem precedentes na história eo risco iminente de extinção desta espécie no mundo. 
Uma das onças participa da exposição internacional Acqua , no espaço público da cidade de Genebra, na Suíça, por ocasião do Dia Mundial da Água até 31/05. A exposição é organizada pela ART for The World com curadoria de Adelina Von Furstenberg, vencedor do Leão de Ouro no 2015 Bienal de Veneza.
A outra escultura está instalado no principal parque da cidade de São Paulo, o parque Ibirapuera em frente do pavilhão da Bienal e tem o apoio da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo (SVMA).
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