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VISUAL ARTV - Fernando Martins e Dalilla Leon apresentam “A Máquina da Amnésia”, no ‘Condô’

Fernando Martins e Dalilla Leon apresentam “A Máquina da Amnésia”, no ‘Condô’



Foto Silvia Machado
Na terça, dia 19 de fevereiro, o bailarino e diretor da Plataforma Shop Sui, Fernando Martins, faz ensaio aberto de “A Máquina da Amnésia”, com Dalilla Leon, no Condomínio Cultural (Condô, como é chamado), um antigo prédio localizado na Vila Anglo Brasileira, espaço que recebe artistas com foco em criação e experimentação. A dramaturgia poética e cênica de “A Máquina da Amnésia” se inspira nos instantes de distanciamento de nosso estado consciente ao executarmos uma ação rotineira. Os artistas compartilham momentos de esquecimento, suspensão e interrupção vindos à tona durante o processo de criação, a partir do mergulho da pesquisa de linguagem em dança Brain Diving.  “A máquina que chega é pesada, estacionada na sala vazia de nossas mentes. A consciência é líquida e escorre depressa; é o cabo que liga e desliga, ou você entra ou fica de fora. Entrar na máquina faz parte de entender seu sistem…

VISUAL ARTV - GALERIA LOMBARDI "NOVA GALERIA DEDICADA À FOTOGRAFIA AUTORAL É INAUGURADA NO JARDIM PAULISTANO, EM SÃO PAULO "











NOVA GALERIA DEDICADA À FOTOGRAFIA AUTORAL É INAUGURADA NO JARDIM PAULISTANO, EM SÃO PAULO 

Lombardi Galeria inicia sua trajetória com Fabiano Al Makulem individual que retrata o lado poético de cenas caracterizadas pelo acaso 
  
Lombardi Galeria, de Álvaro Lombardi, inaugura sua sede com a mostra " Minha Poesia Covarde", do fotógrafo paulistano Fabiano Al Makul, sob curadoria de Diógenes Moura. Composta por 30 imagens que exploram o fascínio do artista por cenas simples e espontâneas, encontradas ao acaso, a exposição é um aprofundamento na produção recente do artista, que chama atenção pelo olhar detalhista em busca de elementos como sombra e luz, conectando as cenas através da composição de polípticos pautados pela cor. 

Seus personagens são todos e nenhum. Na atual seleção, o humano aparece apenas em poucos registros, mas apenas como composição. Elementos ordinários do cotidiano, a pintura desgastada no asfalto, detalhes da arquitetura, destaques da natureza, a cadeira vazia. Temas banais elevados a categoria de obras de arte com a sofisticação do olhar no momento preciso da fotografia. É irritantemente belo. Esse drama, em poética, é o esplendoroso”, diz o artista. As imagens de Fabiano Al Makul contêm as referências das cidades por onde vagou, com câmera na mão, vítima do encontro ao acaso. Como um segredo, cada uma delas rompe a covardia de um verso. Nas palavras do curador: Nesse limite, não há saída: ou tudo, ou nada". 

“'A Minha Poesia Covarde' não é apenas um verso. Fabiano Al Makul não é apenas um fotógrafo. É transeunte. Ou 'enxerga' a cidade e sobrevive ou a 'vê' e desaparece. Eis a decisão final. Trata-se de um jogo no singular, um retrato, um livro aberto que página por página poderá mudar a cada instante”, define Diógenes Moura.


Fabiano Al Makul, Sem título (2017)


Exposição: "A Minha Poesia Covarde"
Artista: Fabiano Al Makul
Curadoria: Diógenes Moura
Coordenação: Álvaro Lombardi
Abertura: 20 de setembro de 2017, quarta-feira, às 19h
Período: 21 de setembro a 22 de outubro de 2017
Local: Lombardi Galeria
Endereço: Rua Joaquim Antunes, 187, Jardim Paulistano - São Paulo/SP 
Horários: Segunda a sexta-feira, das 10 às 19h / Sábado, das 12 às 16h 

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