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POSTAGEM EM DESTAQUE

VISUAL ARTV - ‘Dança se Move Ocupa’ traz um mês de ações culturais na Funarte SP

‘Dança se Move Ocupa’ traz um mês de ações culturais na Funarte SP
Organizado por artistas da dança de São Paulo, evento dinamiza o complexo cultural da Funarte, com 26 apresentações de núcleos artísticos, seis debates sobre temas que envolvem a arte e a cultura na atualidade nacional, nove oficinas, JAM de Contato Improvisação, performances, lançamento de livros e sessão de cinema.
                                                                         Foto: Fellipe Oliveira (“situação 3# posição amorosa”)
Entre 11 de novembro e 16 de dezembro, a Funarte São Paulo acolhe o ‘Dança se Move Ocupa’, uma intensa programação artística proposta pelo Movimento A Dança se Move, organização independente da dança contemporânea paulistana, que reúne algumas dezenas de núcleos artísticos, que vêm produzindo pesquisa e obras sempre antenados com os acontecimentos no Brasil e no mundo. Mesmo sem nenhum tipo de apoio financeiro, durante as cinco semanas do evento, os artistas estarão mobilizados com apr…

VISUAL ARTV - Cartografia do Possível traz quatro espetáculos no fim de semana do Centro de Referência da Dança



Cartografia do Possível traz quatro espetáculos no
fim de semana do Centro de Referência da Dança 



Peças Fáceis - Grupo Pró posição-Foto Paola Bertolini



                                                                                                 Foto Paola Bertolini (Peças Fáceis - Grupo Pró-Posição)

Esta semana, a programação do Cartografia do Possível do Centro de Referência da Dança chega recheada: na sexta, 16/3, o performer Florido, apresenta “Estado de Violência”, às 19h, e a Cia Os Crespos faz, às 20h, na Praça Ramos de Azevedo, a performance urbana “Alguma Coisa a Ver com uma Missão”. No sábado, às 19h, Maria Basulto apresenta “Tirinhas”; às 20h, o Grupo Pró-Posição, de Janice Vieira e Andréia Nhur, interpreta “Peças Fáceis”, enquanto Os Crespos reapresentam “Alguma Coisa a Ver com uma Missão”, na Ramos de Azevedo.
‘Estado de Violência’ é um trabalho ‘in progress’ que envolve performance, música experimental e dança. O processo é construído após longo tempo de imersão dos artistas – Florido conta com o músico performer Rodrigo Florentino na cena. Ao expor seu corpo a uma série de dispositivos sonoros e elementos que o leve a estados alterados de percepção, em cada experiência acaba por estabelecer um recorte de abordagem diferente dentro do espectro do Estado como instituição de controle de nossos corpos.
Em “Alguma Coisa a Ver com uma Missão”, uma auxiliar de enfermagem e uma gari, conduzidas por uma barqueira dos mortos – referência à mitologia da Umbanda –, fazem uma viagem mítica pelo passado e revisitam episódios das revoluções negras no Brasil e América Latina. Cantada ao vivo, a trilha sonora se inspira nos vissungos, cantos afro-brasileiros entoados pelos escravos durante o trabalho na mineração ou na lavoura, nos enterros dos motos e brincadeiras. A peça é parte do projeto “De Brasa e Pólvora – Zonas Incendiárias, Panfletos Poéticos”, urma releitura da obra “A Lembrança de uma Revolução”, do dramaturgo alemão Heiner Müller (1929-1995).
Durante 25 minutos, na Sala Plural, Maria Basulto propõe em “Tirinhas” possíveis leituras, a partir de diversas combinações entre trilhas – criadas por Pedro Destro – e cenas curtas para rápido consumo. Basicamente, o trabalho fala da passagem do tempo, da ansiedade da espera e da sensação de se estar sempre correndo atrás de algo que não se consegue chegar. Carolina Canteli assina o figurino.
Em seguida, enquanto Os Crespos reapresentam “Alguma Coisa a Ver com uma Missão”, no entorno do CRSP, as bailarinas Janice Vieira e Andréia Nhur ocupam a Sala Cênica Ivonice Satie com sua “Peças Fáceis”. Nesta criação, baseada em estudo da dança e da música por meio de composições barrocas de Bach e Petzold, mãe e filha dançam, cantam e tocam instrumentos, numa proposta que nomeiam “sonorocoreografia”. A partir de memórias musicais comuns, movimentos e sons são produzidos na mesma dimensão temporal, ora por um disparo de voz que é gesto dançado, ora por uma propulsão de instrumento que é corpo. Colaboraram Helena Bastos na criação coreográfica, Andrea Drigo na orientação vocal e musical, e Roberto Gill Camargo, que também responde pelo desenho de luz, na dramaturgia.
Todas as apresentações têm entrada gratuita.
Imagens

Alguma Coisa a Ver com uma missao-Os Crespos-Foto Roniel Felipe

Estado de Violência- Florido -

Tirinhas - Maria Basulto-Foto Everton Ferreira


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Serviço:
Cartografia o Possível – dias 16 e 17/3
“Estado de Violência”, com Florido
Dia 16/3 (sexta-feira), 19h
Sala Cênica Ivonice Satie
Duração: 50 minutos | Classificação indicativa: 16 anos

“Alguma Coisa a Ver com uma Missão”, com Cia Os Crespos
Dias 16 e 17/3 (sexta e sábado), 20h
Praça Ramos de Azevedo (performance urbana)
Duração: 60 minutos | Classificação indicativa: livre

“Tirinhas”, com Maria Basulto
Dia 17/3 (sábado), 19h
Sala Plural
Duração: 25 minutos | Classificação indicativa: livre

Dia 17/3 (sábado), 20h
Peças Fáceis – Grupo Pró-Posição
Sala Cênica Ivonice Satie
Duração: 45 minutos | Classificação indicativa: livre

Centro de Referência da Dança de São Paulo – CRDSP
Baixos do Viaduto do Chá, s/n – ao lado do Theatro Municipal (próximo às estações Anhangabau, República e São Bento do Metro).
Informações: 32143249 | 953013769

Informações adicionais:
Elaine Calux – assessoria de imprensa
11 33689940 | 9646556 86

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