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POSTAGEM EM DESTAQUE

VISUAL ARTV - ‘Dança se Move Ocupa’ traz um mês de ações culturais na Funarte SP

‘Dança se Move Ocupa’ traz um mês de ações culturais na Funarte SP
Organizado por artistas da dança de São Paulo, evento dinamiza o complexo cultural da Funarte, com 26 apresentações de núcleos artísticos, seis debates sobre temas que envolvem a arte e a cultura na atualidade nacional, nove oficinas, JAM de Contato Improvisação, performances, lançamento de livros e sessão de cinema.
                                                                         Foto: Fellipe Oliveira (“situação 3# posição amorosa”)
Entre 11 de novembro e 16 de dezembro, a Funarte São Paulo acolhe o ‘Dança se Move Ocupa’, uma intensa programação artística proposta pelo Movimento A Dança se Move, organização independente da dança contemporânea paulistana, que reúne algumas dezenas de núcleos artísticos, que vêm produzindo pesquisa e obras sempre antenados com os acontecimentos no Brasil e no mundo. Mesmo sem nenhum tipo de apoio financeiro, durante as cinco semanas do evento, os artistas estarão mobilizados com apr…

VISUAL ARTV - 11º Visões Urbanas dança em diálogo com a cidade






11º Visões Urbanas dança em diálogo

com a cidade


Luis Arrieta em Fissura no Piche, que abre o festival, na Casa das Rosas

Durante nove dias em São Paulo, festival concebido pela Cia Artesãos do Corpo, sob a premissa de “dançar a rua, na rua, com a rua, para a rua, apesar da rua”, recheia espaços da cidade com criações coreográficas, oficinas,
sessões de videodança e exposição.

O Visões Urbanas, festival internacional de dança em paisagens urbanas, chega a sua 11ª edição reunindo, entre os dias 20 e 28 de abril, 16 companhias e artistas independentes – 13 nacionais, de São Paulo, Rio de Janeiro e Goiás, e três vindos da Espanha, Moçambique e Itália – para uma intensa programação com 19 apresentações, cinco oficinas, duas mostras de videodança e uma exposição, acolhidas por nove espaços da cidade – Casa das Rosas, Instituto Tomie Ohtake, Centro de Referência da Dança, Cine Olido,  Associação Lara Mara,  Parques Trianon e Mário Covas e Estação República do Metro, além do Cine Teatro Pandora – Ocupação Artística Canhoba, em Perus, que abriga o ‘Visões Periféricas’, no encerramento do Festival,  em São Paulo. 
No dia 20, às 18h, sexta-feira, o bailarino e coreógrafo Luis Arrieta abre o Festival na Casa das Rosas, com o novo trabalho “Fissura no Piche”, um poético depoimento sobre a natureza e o corpo urbano que, sufocados pelo peso que a cidade impõe, insistem em resistir, precipitando-se dos rasgos errantes que irrompem de súbito os espaços. Na sequência, três companhias estrangeiras: a espanhola La Intrusa apresenta “Sonora”, que também fala de resistência frente a dificuldades e turbulências difíceis de deter; a artista africana Rosa Mario, de Moçambique, instiga o desejo de contemplação no lugar do ritmo acelerado de nosso dia-a-dia, para ceder espaço ao intangível e harmonioso, em “Conexão”. Com “Io Lei Me”, a Cia. Atacama, da Itália, investiga um estado de revelação espiritual no corpo heroico feminino, desvelando mudanças repentinas e contradições irreconciliáveis da alma humana. 
Sábado, dia 21, três performances acontecem na parte da manhã, a partir das 11h, no Parque Mário Covas – Rosa Mario reapresenta “Conexão”; Kanzelumuka, da Nave Gris Cia Cênica dança “Corredeira”, trabalho que nasce da relação do poder ancestral ligado às aguas no corpo feminino, com base nas tradições e saberes banto; e Aline Correia, que vem de Macaé (Rio de Janeiro), questiona, no solo “Resistência”, o corpo que, ao resistir, cria cicatrizes onde o passado persiste, apesar de um presente novo e surpreendente. À noite, com início às 18h, quatro criações ocupam o Instituto Tomie Ohtake: o núcleo artístico goiano Três em Cena apresenta “Desvios tático-estratégicos de trajetórias usuais para sobreviver à vida urbana”, intervenção que funde o corpo ao espaço público, com um gestual específico para se movimentar com e nas escadas; Luis Arrieta e a cia Atacama reapresentam, respectivamente, “Fissura no Piche” e  “I Lo Mei”; e o Fu Bu Myo In, de Toshi Tanaka, encerra a noite com “Moc Ka Do”, performance fugaku que se traduz por madeira queimada, espírito do fogo e respiração da terra. As cerâmicas são de Shoko Suzuki. 
Na manhã de domingo (22), o Parque Trianon acolhe o “Urbaninhas”, uma programação mais voltada ao público infantil, que começa às 10h, com “TraMar, entre trançados de sons e gestos” , do Coletivo TraMar, criada a partir do “Ketinho Mitselü” (cama de gato), brincadeira assim nomeada pelo povo Guarani, onde os fios, movimentados pelas mãos, expandem, tecem relações e criam percursos na paisagem urbana. A programação segue com “Travesso”, da Caleidos Cia (10h30), um cortejo coreográfico interativo que dialoga com o público por meio de travessias e travessuras; depois vem “Breves partituras para muitas calçadas”, performance  da Cia Lagartixa na Janela, em que a calçada, território repleto de paisagens, objetos e modos de estar, é elemento central da criação (11h); e termina com “Glocalidade”, espetáculo do Núcleo Pé de Zamba, que, a partir do  encontro de dança e musica ao vivo, vai se construindo com a participação do público.
À tarde, a Casa das Rosas recebe “Sonora”, da espanhola La Intrusa, às 15h; e, em seguida, Erika Kobayashi convida para degustar sabores e movimentos em seu “Chá em Performance”, um verdadeiro ritual  da tradicional cerimônia do chá, deslocado de uma sala fechada para o  mundo vivo, em duas sessões: às 15h30 e às 16h30.

Programação paralela
Para além das apresentações artísticas, durante a semana, de 23 a 27 (segunda a sexta), as ações do Festival focam em formação, com oficinas diárias que acontecem no Centro de Referência da Dança - “O corpo falante | Dança-Teatro”, ministrada por Patrizia Cavola e Ivan Truol, da Cia Atacama (dia 23, das 10h às 13h); “Encruzilhada Style – afro-diáspora, movimentos e criação”, com Douglas Iesus e Anelise Mayumi, da Fragmento Urbano (dia 24, das 14h às 17h); e “Para além das palavras: Poéticas do Espaço Dinâmico”, com Maria Mommensohn (das 10h às 13h) -, e no Instituto Tomie Ohtake – “Dança-Teatro | O silêncio do corpo”, com Mirtes Calheiros, da Cia Artesãos do Corpo (dia 26 , das 10h às 12h); e “Oficina Fugaku | Origem dos corpos”, com Toshi Tanaka (27, das 15h30 às 18h30).

Ainda durante a semana, no dia 23, das 17h às 18h, no Cine Olido, e no dia 25, das 14 às 15h30, na Lara Mara, Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual, acontece a Mostra de Videodança, em parceria com o InShadow, festival de Lisboa, que apresenta os filmes vencedores da categoria internacional.
Na manhã do sábado, dia 28, o festival encerra a programação de São Paulo dentro do Visões Periféricas, no Cine Teatro Pandora – Ocupação Artística Canhoba, em Perus (na Zona Norte da Cidade), com as intervenções coreográficas  “Breves partituras para muitas calçadas”, da Lagartixa na Janela, às 10h30, e, às 11h30, “Refúgio – ou como fixar raízes no concreto”da Artesãos do Corpo, que tenta dar voz, corpo e peso aos “estrangeiros”, que protagonizam possibilidades de enraizamento ao nutrirem ramificações afetivas capazes de desenhar novos territórios individuais e coletivos.
Durante todo o período do festival, a estação República do Metro abriga a exposição fotográfica “A Cidade, a Dança, as Mulheres”, com imagens de Fabio Pazzini e Carol Cury,  que apresentam o protagonismo feminino na dança contemporânea em relação com a arquitetura da cidade, ao longo da história do festival .
No sábado seguinte, a Pinacoteca de Santos recebe a extensão do  Visões Urbanas para três apresentações: às 15h,  Luis Arrieta dança “Fissura no piche”, seguido da performance “Moc Ka Do”, de  Toshi Tanaka e Ciça Ohno, e às 16h, com “Refúgio”, a Cia. Artesãos do Corpo encerra o 11º Visões Urbanas.
Nota:
O 11º Visões Urbanas,  festival internacional de dança em paisagens urbanas, começa amanhã (sexta), dia 20/4, na Casa das Rosas, com Luis Arrieta em novo trabalho,  “Fissura no Piche”, às 18h, seguido de três companhias estrangeiras: a espanhola La Intrusa, com “Sonora”, ; a artista africana Rosa Mario, de Moçambique, em “Conexão”; e a Cia. Atacama, da Itália, com “Io Lei Me”.
O festival acontece até o dia 28/4, com uma super programação em outros oito espaços legais da cidade -  Instituto Tomie Ohtake,  Parques Trianon e Mário Covas, Centro de Referência da Dança, Cine Olido,  Associação Lara Mara  e Estação República do Metro, além do Cine Teatro Pandora – Ocupação Artística Canhoba, em Perus, que abriga o ‘Visões Periféricas’. Todos convidados.

abraço, 

Elaine Calux - assessoria de imprensa
11 33689940 | 964655686

Imagem:
             


___________________________________
Serviço:
11º Visões Urbanas – Festival internacional de dança em paisagens urbanas 
Performances, oficinas, sessões de videodança e exposição
20 a 28/4, em São Paulo – Casa das Rosas, Parque Mario Covas, Instituto Tomie Ohtake, Parque Trianon, Centro de Referência da Dança (CRDSP), Cine Olido, Associação Lara Mara e Estação República do Metro
05/5, em Santos – Pinacoteca de Santos.

Programação completa  em www.visoesurbanas.com.br   / 

PROGRAMAÇÃO CORRIDA:

Abertura:

20/04 (sexta-feira)
Casa das Rosas
(Av. Paulista, 37 - Paraíso, São Paulo – SP)
18h
Fissura no Piche – Luis Arrieta (São Paulo)
Duração: 20 minutos
18h30
Sonora – La Intrusa (Espanha)        
Duração: 15 minutos
19h
Conexão – Rosa Mario (Moçambique)
Duração: 30 minutos
19h30
Io – Lei – Me – Cia. Atacama (Itália)
Duração: 20

21/04 (sábado)
Parque Mario Covas
(Av. Paulista, 1853 - Bela Vista, São Paulo - SP Av. Paulista, 37 - Paraíso, São Paulo – SP)
11h
Conexão – Rosa Mario (Moçambique)
11h30
Corredeira – Kanzelumuka / Nave Gris Cia Cênica
Duração: 30 minutos
12h
Resistência – Aline Corrêa (Macaé-RJ)
Duração: 20 minutos

21/04 (sábado)
Instituto Tomie Ohtake
(Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - entrada pela Rua Coropés,88) 
18h
Desvios tático-estratégicos de trajetórias usuais para sobreviver à vida urbana – Três em Cena (Goiânia – GO)
Duração: 30 minutos
18h30
Fissura no Piche  - Luis Arrieta (São Paulo)
19h
Io – Lei – Me – Cia. Atacama (Itália)
19h30
Moc Ka Do – Fu Bu Myo In | Toshi Tanaka, Ciça Ohno e Gum Tanaka.
Duração: 30 minutos

22/04 (domingo) – Urbaninhas
Parque Trianon
(Av. Paulista – Em frente ao MASP)
10h
TraMar entre traçados de sons e gestos – TraMar Coletivo
Duração: 20 minutos
10h30
Travesso – Caleidos Cia. de Dança
Duração: 20 minutos
11h
Breves Partituras para muitas calçadas – Lagartixa na Janela
Duração: 40 minutos
11h50
Glocalidades – Antropofagia nossa de cada dia – Núcleo Pé de Zamba  
Duração: 40 minutos

22/04 (domingo) 
Casa das Rosas
(Av. Paulista, 37 - Paraíso, São Paulo – SP)
15h
Sonora - La Intrusa (Espanha)
15h30 e 16h30
Chá em Performance – Erika Kobayashi (São Paulo)
Duração: 30 minutos

28/04 (sábado) – Visões Periféricas (Perus)
Cine Teatro Pandora – Ocupação Artística Canhoba
(Rua Canhoba, nº 299, Vila Fanton - Próx.: à caixa d’ água) - Perus, São Paulo/SP.
10h30 
Breves Partituras Para Muitas Calçadas – Cia. Lagartixa Na Janela (São Paulo) – 10:30H
11h30
Refúgio – Cia. Artesãos Do Corpo (São Paulo)
Oficinas
Centro de Referência da Dança - CRDSP
(Baixos do Viaduto do Chá, s/n - Centro, São Paulo – SP
23/4 (segunda-feira) – 10h às 13h 
O corpo falante | Dança-Teatro 
Com Patrizia Cavola e Ivan Truol (Cia. Atacama - Itália)

24/4 (terça-feira) – 14h às 17h 
Encruzilhada Style – afro-diáspora | movimentos e criação 
Com Douglas Iesus e Anelise Mayumi (Fragmento Urbano)

25/4 (quarta-feira) – 10h às 13h 
Para além das palavras: Poéticas do Espaço Dinâmico
Com Maria Mommensohn

Instituto Tomie Ohtake
Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - entrada pela Rua Coropés, 88). 
26/4 (quinta-feira) – 10h às 12h 
Dança-Teatro |O silêncio do corpo
Com Mirtes Calheiros

27 de abril  (sexta-feira) – 15h:30 às 18h:30h 
Oficina Fugaku 2018 | Origem dos corpos
Com Toshi Tanaka

Mostra VideoDança SP
Realizada em parceria com o InShadow (Lisboa)
23/04 (segunda-feira) –  17h às 18h
Cine Olido
(Av. São João, 473 – Centro – São Paulo – SP)

25/04 (quarta-feira) – 14 às 15h30
Lara Mara Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência visual
(Rua Conselheiro Brotero, 338 - Barra Funda – São Paulo – SP)
Exposição

Metro República – Centro – São Paulo SP
A Cidade, A Dança, As Mulheres
Fotos de Fabio Pazzini e Carol Cury

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