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VISUAL ARTV - Fernando Martins e Dalilla Leon apresentam “A Máquina da Amnésia”, no ‘Condô’

Fernando Martins e Dalilla Leon apresentam “A Máquina da Amnésia”, no ‘Condô’



Foto Silvia Machado
Na terça, dia 19 de fevereiro, o bailarino e diretor da Plataforma Shop Sui, Fernando Martins, faz ensaio aberto de “A Máquina da Amnésia”, com Dalilla Leon, no Condomínio Cultural (Condô, como é chamado), um antigo prédio localizado na Vila Anglo Brasileira, espaço que recebe artistas com foco em criação e experimentação. A dramaturgia poética e cênica de “A Máquina da Amnésia” se inspira nos instantes de distanciamento de nosso estado consciente ao executarmos uma ação rotineira. Os artistas compartilham momentos de esquecimento, suspensão e interrupção vindos à tona durante o processo de criação, a partir do mergulho da pesquisa de linguagem em dança Brain Diving.  “A máquina que chega é pesada, estacionada na sala vazia de nossas mentes. A consciência é líquida e escorre depressa; é o cabo que liga e desliga, ou você entra ou fica de fora. Entrar na máquina faz parte de entender seu sistem…

VISUAL ARTV -GALERIABASE - NOVA COLETIVA DA GALERIA BASE REÚNE 15 ARTISTAS NORDESTINOS

o olho que aponta




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NOVA COLETIVA DA GALERIA BASE REÚNE 15 ARTISTAS NORDESTINOS 

"O olho que aponta não é o mesmo que vê” destaca uma produção brasileira que dialoga entre si através de um ponto de vista regionalista e de uma linguagem contemporânea 


A Galeria Base inaugura "O olho que aponta não é o mesmo que vê", composta por 32 obras – colagens, desenhos, gravuras, fotografias e pinturas - de Abraham PalatnikAlmandrade, Antônio Dias, Christian Cravo, Emanoel Araújo, Falves Silva, José Cláudio, José Rufino, Macaparana, Marcelo Silveira, Márcio Almeida, Marco Ribeiro, Mário Cravo Neto, Montez Magno e Sérvulo Esmeraldo, sob curadoria de Paulo Azeco. A coletiva toma como referência o conceito de Hipermodernidade proposto pelo filósofo francês Gilles Lipovetsky, e subvertendo qualquer noção regionalista, reúne 15 artistas nordestinos de gerações distintas, os quais, cada um à sua forma, apresentam uma arte global, contemporânea e contextualizada. 

Tomando a Hipermodernidade como um enaltecimento da cultura moderna, dos novos meios de comunicação em massa, e especialmente da ideia equivocada de estar cada vez mais conectado, enquanto a solidão continua sendo o sentimento maior, notamos que a produção desses artistas do Nordeste brasileiro está alinhada com este conceito. Neste sentido, o curador destaca: “Muitos dos artistas da exposição possuem fortes carreiras internacionais, provando que comunicação de massa e a aldeia global pode sim ser de grande valia na produção artística. Contudo, é importante ressaltar que isso é valido quando o olho presta atenção em si mesmo antes de enxergar o mundo e, nisso, os nomes dessa exposição fizeram com maestria. Uma exposição de artistas conterrâneos que abraça um mundo”.


Press release completo, anexo.




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Cícero Dias, "Figura na Janela" (década de 1940)


  

o olho que aponta



Exposição: "O olho que aponta não é o mesmo que vê" 
Artistas: Abraham PalatnikAlmandrade, Antônio Dias, Christian Cravo, Emanoel Araújo, Falves Silva, José Cláudio, José Rufino, Macaparana, Marcelo Silveira, Márcio Almeida, Marco Ribeiro, Mário Cravo Neto, Montez Magno e Sérvulo Esmeraldo 
Curadoria: Paulo Azeco 
Coordenação: Fernando Ferreira de Araújo e Daniel Maranhão 
Abertura: 20 de outubro de 2018, sábado, das 15 às 18h  
Período: 22 de outubro a 23 de novembro de 2018 
Local: Galeria Base www.galeriabase.com/  
Endereço: Av. 9 de Julho, 5593/11 – Jardim Paulista - São Paulo/SP 
Telefone: (11) 3071-3614  
Horários: Terça a sexta-feira, das 14 às 19h; Sábados, somente com agendamento - contato@galeriabase.com.br




Zeca Florentino
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Balady Comunicação
Tel.: 11 3814.3382

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