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VISUAL ARTV Claudia Jaguaribe : "ENCONTRO COM LIUBA" na Galeria Marcelo Guarnieri

Crédito: Mauro Sérgio de Almeida IC

“ENCONTRO COM LIUBA”

Claudia Jaguaribe, lançamento do livro
Livro de artista produzido por Claudia Jaguaribe, com fotos e serigrafias cria uma narrativa visual e um diálogo a partir das obras da artista plástica búlgara LIUBA. O projeto integra o segundo volume da trilogia sobre o trabalho de mulheres modernistas radicadas no Brasil após a Segunda 
Guerra.

Crédito: Mauro Sérgio de Almeida IC No próximo dia 23 de maioquinta-feira, às 19h, na Galeria Marcelo Guarnieri, em SP, a artista visual Claudia Jaguaribe lança “Encontro com LIUBA”, livro de fotos e serigrafias que cria uma narrativa visual e um diálogo a partir das obras de LIUBA, artista plástica búlgara radicada brasileira. O projeto, produzido especialmente para a trilogia de Jaguaribe sobre mulheres modernistas nas artes no contexto histórico do pós-guerra, é uma extensão autoral da instalação formada por fotografias feitas por Claudia Jaguaribe nos ateliês de LIUBA em Paris e em São Paulo. Nasci…

VISUAL ARTV - Teatro Enlatado estreia thriller psicológico de Michelle Ferreira no Sesc Belenzinho


Teatro Enlatado estreia thriller psicológico
de Michelle Ferreira no Sesc Belenzinho


A relação amorosa entre duas mulheres que sofrem ataques homofóbicos de um de seus vizinhos é o ponto de partida do suspense Tem Alguém que nos Odeia, com texto e direção de Michelle Ferreira. O espetáculo da Cia. Teatro Enlatado estreia no Sesc Belenzinho, no dia 16 de novembro, e segue em cartaz até 16 de dezembro.

Depois de uma temporada vivendo no exterior, a brasileira Maria e a estrangeira Cate, protagonizadas pelas atrizes Mariana Mantovani e Maíra De Grandi, mudam-se para um apartamento em São Paulo. As diferenças culturais geram uma crise na relação amorosa e elas passam a sofrer ataques de outro morador do prédio, que espalha mensagens de ódio e intolerância contra as duas em bilhetes, pichações e agressões. Sem poder contar com a síndica nem com a polícia, Maria e Cate vivem o medo e uma permanente tensão.

A encenação levanta questões sobreo fazer diante de uma sociedade que quer vigiar os corpos, como suportar um sistema heteronormativo que ignora direitos, como apelar para o estado falsamente laico e como reagir à violência quando ela é permitida e banalizada.

Para criar o clima de terror e suspense psicológico, o grupo investigou o trabalho de Alfred Hitchcock, Michael Haneke e Bruno Dumont, que manipulam em suas obras o tempo por meio dos atores e o espaço por meio dos planos.“A encenação acontece a partir do corpo das atrizes e de um estado dilatado. É por meio dos corpos que geramos tensão e suspense para que a peça aconteça para além dela mesma, para que ela se complete no público. Usamos, portanto, todos os recursos da teatralidade para gerar eventos psíquicos nos espectadores", conta a diretora e dramaturga Michelle Ferreira.

Outra referência é o trabalho do artista inglês Francis Bacon (1561-1626), que empresta para a montagem a cor e a temperatura dos ambientes retratados em suas pinturas, capazes de provocar pesadelos. Esses elementos ficam evidentes na iluminação intimista de Cláudia de Bem e na cenografia de Fernando Salles.

O texto de Ferreira foi finalista do Prêmio Luso-Brasileiro de Dramaturgia Antônio José da Silva (2011), organizado pelo Instituto Camões de Portugal. A peça ganhou montagens de José Roberto Jardim, em 2013, e do Teatro Nacional da Escócia, no projeto A Play, a Pint and a Pie, em 2016.

Sinopse - O thriller aborda a relação privada e amorosa entre duas mulheres, a brasileira Maria e a estrangeira Cate, que decidem morar juntas em São Paulo. Dentro do antigo e decadente apartamento herdado por Maria, elas vivem em conflito. Em meio a esse ambiente turbulento, a violência e o horror batem à porta e invadem o lar. Elas são obrigadas a enfrentar agressões físicas e psicológicas de algum homofóbico do prédio, que se torna um inimigo invisível e constantemente presente. Em clima de suspense e desconfiança, elas lidam com a impunidade da justiça brasileira, uma moradora que as considera um mau exemplo, um padre que as tenta convencer de que são grandes pecadoras, uma síndica que nada pode fazer e suas angústias pessoais. A peça coloca em xeque a temática da tolerância, da coexistência entre diferentes grupos, os protocolos sociais, a justiça, religião e o papel de cada indivíduo diante das questões públicas.

Ficha técnica - Texto e direção: Michelle Ferreira. Elenco: Maíra De Grandi e Mariana Mantovani. Assistência de Direção e elenco de apoio: Julia Ribeiro. Produção: Lindsay Castro Lima e Cia. Teatro Enlatado. Iluminação:Cláudia De Bem
Cenografia: Fernando Salles. Figurinos: Antônio Vanfil. Desenho sonoro: Ricardo Bertran. Sonoplastia: Michelle Ferreira e Ricardo Bertran. Programação Visual: Maura Hayas. Fotos: Suellen Leal. Assessoria de imprensa:Pombo Correio. Idealização e produção: Cia. Teatro Enlatado. Realização: Sesc SP.

Serviço

Espetáculo: Tem Alguém Que Nos Odeia
Temporada: de 16 de novembro a 16 de dezembro
Horários: Sextas e sábados, às 21h30, e domingos, às 18h30
Duração: 70 minutos. Classificação: 14 anos.
Local: Sala de Espetáculos I (88 lugares).
Ingressos: R$ 20,00 (inteira), R$ 10.00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante) e R$ 6,00 (credencial plena do Sesc - trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes).
Vendas pelo portal e unidades do Sesc. Limite de 4 ingressos por pessoa.

Sesc Belenzinho
Endereço: Rua Padre Adelino, 1000
Belenzinho – São Paulo (SP). Telefone: (11) 2076-9700

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