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VISUAL ARTV - GALERIA MARCELO GUARNIERI - sala 1 | LIUBA sala 2 | Claudia Jaguaribe - Encontro com LIUBA

GALERIA  MARCELO GUARNIERI


Galeria Marcelo Guarnieri sala 1 | LIUBA sala 2 | Claudia Jaguaribe - Encontro com LIUBA abertura 15 de março de 2019 / 19h - 22h período de exposição 15 de março – 11 de maio de 2019  Alameda Lorena, 1835 São Paulo, Brasil



infowww.galeriamarceloguarnieri.com.br
A Galeria Marcelo Guarnieri apresenta na sua sede de São Paulo a segunda exposição individual da artista búlgara radicada brasileira LIUBA. A sala será ocupada por uma plataforma de blocos de concreto que servirá de base para as esculturas, posicionadas em diferentes níveis de altura, seguindo um projeto expositivo concebido pela artista. Além das esculturas, serão apresentados desenhos e relevos de parede, todos eles produzidos entre as décadas de 1960 e 1980. 



LIUBA  (1923, Sófia - Bulgaria, 2005, São Paulo - SP), chegou no Brasil em 1949 já para estabelecer um ateliê em São Paulo, onde viviam seus pais desde o ano anterior. Durante a década de 1950, a artista transitou por diversos países da Europa, das Amé…

VISUAL ARTV - Teatro Enlatado estreia thriller psicológico de Michelle Ferreira no Sesc Belenzinho


Teatro Enlatado estreia thriller psicológico
de Michelle Ferreira no Sesc Belenzinho


A relação amorosa entre duas mulheres que sofrem ataques homofóbicos de um de seus vizinhos é o ponto de partida do suspense Tem Alguém que nos Odeia, com texto e direção de Michelle Ferreira. O espetáculo da Cia. Teatro Enlatado estreia no Sesc Belenzinho, no dia 16 de novembro, e segue em cartaz até 16 de dezembro.

Depois de uma temporada vivendo no exterior, a brasileira Maria e a estrangeira Cate, protagonizadas pelas atrizes Mariana Mantovani e Maíra De Grandi, mudam-se para um apartamento em São Paulo. As diferenças culturais geram uma crise na relação amorosa e elas passam a sofrer ataques de outro morador do prédio, que espalha mensagens de ódio e intolerância contra as duas em bilhetes, pichações e agressões. Sem poder contar com a síndica nem com a polícia, Maria e Cate vivem o medo e uma permanente tensão.

A encenação levanta questões sobreo fazer diante de uma sociedade que quer vigiar os corpos, como suportar um sistema heteronormativo que ignora direitos, como apelar para o estado falsamente laico e como reagir à violência quando ela é permitida e banalizada.

Para criar o clima de terror e suspense psicológico, o grupo investigou o trabalho de Alfred Hitchcock, Michael Haneke e Bruno Dumont, que manipulam em suas obras o tempo por meio dos atores e o espaço por meio dos planos.“A encenação acontece a partir do corpo das atrizes e de um estado dilatado. É por meio dos corpos que geramos tensão e suspense para que a peça aconteça para além dela mesma, para que ela se complete no público. Usamos, portanto, todos os recursos da teatralidade para gerar eventos psíquicos nos espectadores", conta a diretora e dramaturga Michelle Ferreira.

Outra referência é o trabalho do artista inglês Francis Bacon (1561-1626), que empresta para a montagem a cor e a temperatura dos ambientes retratados em suas pinturas, capazes de provocar pesadelos. Esses elementos ficam evidentes na iluminação intimista de Cláudia de Bem e na cenografia de Fernando Salles.

O texto de Ferreira foi finalista do Prêmio Luso-Brasileiro de Dramaturgia Antônio José da Silva (2011), organizado pelo Instituto Camões de Portugal. A peça ganhou montagens de José Roberto Jardim, em 2013, e do Teatro Nacional da Escócia, no projeto A Play, a Pint and a Pie, em 2016.

Sinopse - O thriller aborda a relação privada e amorosa entre duas mulheres, a brasileira Maria e a estrangeira Cate, que decidem morar juntas em São Paulo. Dentro do antigo e decadente apartamento herdado por Maria, elas vivem em conflito. Em meio a esse ambiente turbulento, a violência e o horror batem à porta e invadem o lar. Elas são obrigadas a enfrentar agressões físicas e psicológicas de algum homofóbico do prédio, que se torna um inimigo invisível e constantemente presente. Em clima de suspense e desconfiança, elas lidam com a impunidade da justiça brasileira, uma moradora que as considera um mau exemplo, um padre que as tenta convencer de que são grandes pecadoras, uma síndica que nada pode fazer e suas angústias pessoais. A peça coloca em xeque a temática da tolerância, da coexistência entre diferentes grupos, os protocolos sociais, a justiça, religião e o papel de cada indivíduo diante das questões públicas.

Ficha técnica - Texto e direção: Michelle Ferreira. Elenco: Maíra De Grandi e Mariana Mantovani. Assistência de Direção e elenco de apoio: Julia Ribeiro. Produção: Lindsay Castro Lima e Cia. Teatro Enlatado. Iluminação:Cláudia De Bem
Cenografia: Fernando Salles. Figurinos: Antônio Vanfil. Desenho sonoro: Ricardo Bertran. Sonoplastia: Michelle Ferreira e Ricardo Bertran. Programação Visual: Maura Hayas. Fotos: Suellen Leal. Assessoria de imprensa:Pombo Correio. Idealização e produção: Cia. Teatro Enlatado. Realização: Sesc SP.

Serviço

Espetáculo: Tem Alguém Que Nos Odeia
Temporada: de 16 de novembro a 16 de dezembro
Horários: Sextas e sábados, às 21h30, e domingos, às 18h30
Duração: 70 minutos. Classificação: 14 anos.
Local: Sala de Espetáculos I (88 lugares).
Ingressos: R$ 20,00 (inteira), R$ 10.00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante) e R$ 6,00 (credencial plena do Sesc - trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes).
Vendas pelo portal e unidades do Sesc. Limite de 4 ingressos por pessoa.

Sesc Belenzinho
Endereço: Rua Padre Adelino, 1000
Belenzinho – São Paulo (SP). Telefone: (11) 2076-9700

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